20 de março de 2014

Dicas: 2ª vez na Cachoeira do Elefante – Serra do Mar de Bertioga/SP

Exatamente 8 anos depois, estou voltando a essa cachoeira, que fica bem próxima da cidade de SP. Ela se localiza na Serra do Mar, junto da Rodovia Mogi-Bertioga. É conhecida também como Cachoeira do Itapanhaú e possui uma queda de mais de 50 metros, podendo ser vista de um mirante no Km 86 da Rodovia. Quando estive lá pela primeira vez em Março/2006, era uma trip organizada pelo Eduardo Mimduim (trilheiro de carteirinha que foi encontrado morto na Trilha do Rio Mogi/Paranapiacaba). Para essa cachoeira, o grupo era de 10 pessoas e contratamos uma van que nos deixou no Km 81 da Rodovia, de onde descemos por trilha até a base da cachoeira e depois de conhecê-la, seguimos até um local conhecido como Casarão, onde cruzamos o Rio Itapanhaú, seguindo dali até a Rodovia, onde voltamos para São Paulo. 
Mas dessa vez minha intenção era descer pela mesma trilha e no retorno seguir por uma outra que leva até o mirante do Km 86 da Rodovia, onde tentaria conseguir algum transporte de volta para Mogi das Cruzes. 
Era Carnaval de 2014 e por problemas de saúde na família de uma das pessoas que iam comigo, tive de ir sozinho.
Relato da minha primeira vez nessa cachoeira e conhecer um pouco da história do Mimduim e como ele morreu em Paranapiacaba, é só clicar aqui.

Na foto acima, a base da Cachoeira do Elefante



Álbum de fotos: clique aqui

Tracklog para GPS da trilha, que eu acho dispensável: clique aqui



Acampamento próximo da base da Cachoeira
Essa é uma caminhada que pode ser feita em um bate-volta de apenas 1 dia.
Já para quem gosta de acampar, muito cuidado. De vez em quando a Policia Ambiental baixa por lá e apreende todas as barracas (a região é Área de Proteção Ambiental). 
Se for somente para passar a noite, até dá. Existem 2 grandes áreas para camping: 1) Alguns minutos depois do início da trilha junto ao Rio Pedras (que é um afluente do Rio Itapanhaú).
2) Na base da cachoeira também são encontradas várias áreas descampadas. 

Para essa trilha só estava levando uma pequena mochila de ataque com alguns alimentos para ir comendo ao longo da caminhada.
Saí de São Paulo no Domingo de Carnaval bem de manhãzinha, pegando o Metrô até a Estação Tatuapé, onde fiz a baldeação e segui de trem da CPTM até a Estação de Guaianases. Novamente fiz outra baldeação e peguei um outro trem em direção a Estação Estudantes, que se localiza em Mogi das Cruzes. Abaixo as dicas de logística e de toda a trilha.



Logística e acesso

São 4 opções de logística para chegar no início da trilha que leva até a cachoeira:

12 de março de 2014

Dicas: Cachoeira da Pedra Furada – Serra do Mar de Bertioga/SP

Com feriado prolongado do Carnaval até planejei fazer uma longa travessia, mas alguns problemas surgiram e por isso resolvi fazer caminhadas somente de bate-volta, próximo a cidade de São Paulo.
Era a minha primeira vez nessa cachoeira e sua localização está dentro do Parque Estadual da Serra do Mar, no Rio Sertãozinho, que é um dos afluentes do Rio Itapanhaú, em Bertioga, porém essa cachoeira pertence ao município de Biritiba Mirim.
Saindo da Rodovia Mogi-Bertioga, a caminhada até a cachoeira leva pouco menos de 1 hora, sendo possível fazê-la em um Sábado ou Domingo qualquer, sem pressa.
O início da trilha é junto ao um Refúgio, que fica no Km 80,4 da Rodovia Mogi-Bertioga.
A trilha se localiza pouco antes do acesso a outra cachoeira, a do Elefante e se alguém dispor de 2 dias, é possível conhecer as duas ao mesmo tempo. Ou até uma outra cachoeira próximo da Pedra Furada, que é a da Light.


Na foto acima, de frente para a Cachoeira da Pedra Furada





Fotos: clique aqui


Em Março/2016 conheci a Cachoeira da Light, que fica próxima e gravei também um vídeo da Cachoeira da Pedra Furada: clique aqui

Em Setembro/2016 fiz uma travessia que passava por essas 2 cachoeiras, finalizando na Trilha do Lobisomem e criei um tracklog para GPS, que pode ser útil: clique aqui



No topo da cachoeira
# Segui para essa cachoeira na Quarta-feira de cinzas e encontrei ela totalmente deserta. Nenhuma vivalma.

# O tempo estava nublado e bom para caminhada, mas na volta peguei uma chuva torrencial na Rodovia Mogi-Bertioga, que só não me deixou ensopado porque estava com capa de chuva. 

# Para quem curte camping, essa cachoeira não possui muitas opções para montar barracas. Na base da cachoeira existe uma área relativamente plana, mas o piso é uma enorme rocha. 

# Junto ao um poção no topo da cachoeira existe uma pequena área descampada e plana, que é perfeita para umas 1 ou 2 barracas pequenas. Se localiza junto a um pequeno riacho que deságua no poção. Próximo da queda também existe uma pequena área plana.

# Não é bom contar com sinal de telefonia celular ao longo da trilha. Como a mata é muito fechada, é difícil encontrar algum local bom onde tem sinal.


Logística e acesso