31 de julho de 2011

Relato: Subida ao topo da Pedra da Bacia – Serra da Bocaina/SP

Último fim de semana das minhas férias de Julho de 2011 e eu ainda na dúvida se faria uma caminhada ou não e nessa hora as Revistas do Sérgio Beck (várias edições da Aventura Já) são uma ótima fonte de pesquisa e lá fui eu procurar uma opção em suas páginas.
Resolvi escolher a Pedra da Bacia, na Serra da Bocaina que também é conhecida como Pedra Alta. Como eu já tinha feito a travessia tradicional da Serra da Bocaina - a Trilha do Ouro (relato aqui) - já sabia como era o ambiente.
A subida até a Pedra da Bacia é uma caminhada bem cansativa, mas com trilha demarcada, de fácil navegação e com um belo visual do topo, além de não ser tão longe de Sampa, podendo ser feita em um fim de semana. Só tinha um problema, a logística. 


Foto acima no topo da Pedra da Bacia tendo o vale do Rio Formoso, por onde caminhei, ao fundo




Fotos + mapas com trilha: clique aqui

Tracklog para GPS dessa caminhada: clique aqui



Pela trilha ter inicio no Bairro Formoso, em São José do Barreiro, só existe um horário de ônibus saindo de SP direto para lá, que sai no Sábado as 07h30min da manhã e chega lá por volta das 12h30min, mas é um horário muito tarde para iniciar a caminhada. Restava a opção de seguir até Guaratinguetá e lá pegar outro ônibus para São José do Barreiro, sendo que o melhor horário é chegar em Guará no final da tarde para embarcar as 18h30min no ônibus em direção a São José do Barreiro. 
É uma opção boa, mas o retorno poderia demorar mais ainda e eu não estava a fim de ficar esperando por horas e por isso resolvi ir de carro mesmo.
Outro detalhe que eu tinha de resolver era a hospedagem no Bairro Formoso. Nesse lugar existem 2 opções com preços bem diferentes: uma é a Pousada Formoso, que tá localizada junto a Praça principal do Bairro, com preço de $35,00/pessoa com café da manhã e a outra é a Pousada Fazenda da Barra que possui preços de $200,00/casal. Não pensei 2x e reservei a Pousada Formoso que se revelou uma ótima escolha. 
Existem outras opções de hospedagem na cidade de S. José do Barreiro, mas que ficam um pouco longe do inicio da caminhada. 
Minha intenção era deixar o carro estacionado na pousada, enquanto eu estivesse acampando no topo da Pedra da Bacia.`
Pousada onde fiquei, na entrada do Bairro
E no dia 29 de Julho (Sexta-feira) sai no início da tarde de Sampa e segui para S. José do Barreiro pela Via Dutra, passando por Queluz e Areias até chegar na cidade por volta das 20h30min, mas ainda restavam quase 10 Km até o Bairro, seguindo pela mesma Rodovia e 10 minutos depois chegava na Pousada, onde Dona Pedrita (proprietária) já me aguardava. 
Depois de uma noite tranquila acordei as 06h30min e tomado o café da manhã deixei a Pousada as 07h20min em direção ao topo da Pedra da Bacia.
Volto uns 500 metros pelo asfalto e depois de cruzar a ponte sobre o Rio Formoso, deixo o asfalto e sigo por uma estrada de terra à esquerda, com placas apontando Cachoeirão, Fazenda da Barra e Cachoeira da Mata.

25 de julho de 2011

Relato: Travessia da Serra do Papagaio – De Aiuruoca/MG até o Bairro da Vargem em Baependi

Das longas travessias da Mantiqueira e que dispõe de um dos mais belos visuais, a Serra do Papagaio, em Aiuruoca, é uma das que sempre ficou faltando na minha lista e eram inúmeros motivos: a dificuldade de logística, principalmente no final da travessia, a certeza de bom tempo e a disponibilidade de ter no mínimo 4 dias para se fazer essa travessia completa sem correria.
Nos anos em que dispunha de vários dias para essa travessia, o clima não ajudava, prometendo chuvas na região, por isso fui deixando de lado, mas nas minhas férias de Julho de 2011 a travessia dessa serra estava nos meus planos.


Foto acima: na crista da Serra do Papagaio tendo ao fundo o Pico do Bandeira, considerado o ponto mais alto da Serra com pouco menos de 2300 metros de altitude





Fotos da travessia + trilha plotada em carta topográfica: clique aqui
                                                                                           
Fotos da cidade de Aiuruoca: clique aqui

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Chegando em Aiuruoca
Agora era torcer para ser um mês tipicamente seco e sem previsões de chuva e dessa vez a natureza colaborou, pois as todas as trilhas/travessias que eu fiz em Julho sempre peguei tempo muito bom.
Para esta travessia teria que incluir a Márcia e Sophia. Como fazer?
Para Márcia era fácil, já que ela estava acostumada a fazer trilhas. O problema era com a Sophia, pois o que fazer com uma criança de 2 anos em uma cidade por uns 5 dias, onde o acesso a maioria das atrações turísticas são por estradas de terra em estado precário.
Deixá-las em Sampa? Só se a Márcia insistisse muito, mas com a Natureza prometendo dias de muito Sol por vários dias, ela aceitou e marcamos de sair de Sampa no dia 09 de Julho logo pela manhã para chegar em Aiuruoca antes do anoitecer. 
Pico do Papagaio
Depois de pegar 2 relatos do Sérgio Beck (famoso montanhista) com a trilha plotada em carta topográfica, saímos no Sábado pela manhã do dia 09 em direção a Aiuruoca e por volta das 13:00 hrs paramos no Graal da Via Dutra para almoçar.
Alguns kms depois saímos da Rodovia e seguimos por Cruzeiro, Passa Quatro e Itanhandu até chegar em Aiuruoca pouco antes das 17h30min, seguindo direto para a Pousada, que já estava nos aguardando.
Durante a noite fomos jantar no restaurante Dona Azeitona da Praça principal e encontramos o Gil Tichauer (colega da lista de trekking T&T) junto com sua namorada e depois de trocar algumas idéias seguimos para a Pousada e fomos planejar o que faríamos no Domingo, pois minha travessia só começaria na Segunda-feira pela manhã.
Poço Joaquim Bernardo
Na manhã de Domingo seguimos logo cedo em direção ao Poço do Joaquim Bernardo e para a Cachoeira dos Garcias que ficam no mesmo vale. 
O lugar é um pouco longe da cidade e a estrada até lá é bem precária, mas vale a pena o esforço para chegar nesses lugares. 
O Poço do Joaquim Bernardo fica ao lado da estrada e junto a algumas araucárias que fornecem uma sombra muito boa. É perfeito para passar o dia. 
O lugar é um escorregador natural onde existem alguns tobogãs, hidromassagens naturais e um grande poço onde é possível tomar um banho. O problema era a água gelada.
É cercado de pasto, por isso em alguns momentos tivemos a visita de algumas vacas, mas bem mansinhas. 
Cachoeira e poção
Não ficamos muito tempo aqui porque ainda tínhamos que visitar a Cachoeira dos Garcias, que se localiza no mesmo rio, porém alguns kms acima. 
A estrada é bem precária e ao longo do trecho aparecem alguns mirantes naturais e sempre com o Pico do Papagaio que parece estar bem ao lado.
Encontramos algumas placas de sinalização indicativas da cachoeira e depois de chegar próximo ao topo dela, deixamos o carro e seguimos na caminhada até a base onde existe um poção. 
Passamos ao lado de uma pequena casa onde encontramos um pequeno heliporto.
O lugar estava vazio, mas pessoas moram aqui, já que notamos alguns utensílios domésticos na cozinha.
Fomos descendo por trilha em meio a mata ciliar até chegar na Cachoeira.
Nem dava para entrar na água e depois de vários clics retornamos para Aiuruoca, chegando já quase no final de tarde.



Pousada Ajuru na entrada da cidade
Na Segunda-feira saímos da Pousada Ajuru as 11h15min em direção ao início da trilha que leva ao topo do Pico do Papagaio.
O proprietário da Pousada é o guia Marcus, muito conhecido na cidade e que forma grupos e leva para algumas cachoeiras e ao inicio da trilha do Papagaio.
Era isso o que a Márcia contava: se encaixar em algum grupo nos dias em que ela ficaria com a Sophia na Pousada.
Seguindo em direção ao Vale do Matutu, a Márcia me deixou as 12:00 hrs em frente a uma porteira, ao lado da entrada do Sitio do Saulo e aqui se inicia uma das tantas trilhas que levam ao topo do Pico. 

10 de julho de 2011

Relato: 2ª vez na Trilha do Corisco – Caminhada de Paraty à Ubatuba pela Serra do Mar

Era minha 4ª vez que tentava fazer essa trilha. Só tive sucesso mesmo na minha primeira vez em 1998, mas o sentido que eu fiz foi entrando por Ubatuba e finalizando em Paraty. 
Nas outras 2x sempre tentei entrar por Paraty, mas sempre encontrava algum problema. 
E dessa vez iniciava a trilha novamente por Paraty e tentaria fazê-la pelo Bairro do Coriscão, mas se não encontrasse iria pelo Bairro do Corisquinho mesmo. 
Chamei um velho amigo de trilha, o Marcelo Gibson e ele topou na hora.


Foto ao lado, placa da Trilha do Corisco junto à Casa da Farinha em Ubatuba





Fotos dessa caminhada + carta topográfica + trilha plotada no Google Earth: clique aqui


Trilha no escuro
No dia 1º de Julho de 2011 marquei com o Gibson na Rodoviária do Tietê para pegar um dos últimos ônibus em direção à Paraty pela Reunidas Paulista, chegando em Paraty pouco antes 05:00 hrs naquela manhã fria de Sábado (02/07).
A Rodoviária estava vazia e ficamos aguardando um certo tempo até a saída do circular Corisco que nos deixou pouco antes das 06:00 hrs no último ponto do Bairro do Coriscão.
Mochilas nas costas, agora seguíamos ainda no escuro serra acima pela estrada de terra até o inicio da trilha que eu tinha encontrado na minha última vez aqui. Ao fundo ainda podíamos visualizar as luzes da cidade. 
O céu estava totalmente limpo e a previsão era de tempo bom naquele fim de semana, bem diferente de quando em passei por aqui em 2010.
Portal de um Sítio

As 06h30min chegamos na entrada do Sitio São Francisco de Assis onde existe 2 portais de concreto e a placa com o nome do sitio jogada no chão e aqui abandonamos a estrada e iniciamos por uma trilha à esquerda em frente ao portão do Sitio. 
O inicio é bem tranqüilo e somente com uma pequena subida nos primeiros minutos para logo em seguida mergulhar em uma densa mata com algumas aberturas de visual.
Vamos cruzando inúmeros riachos e as 07h35min chegamos no mais caudaloso deles: o Rio Corisco.
Para não molhar as botas, fomos pulando as pedras. 
A partir daqui a trilha entra de vez na mata fechada e sem perspectiva de visual nenhum. 

30 de junho de 2011

Relato: Cruzando a Serra da Mantiqueira pela (antiga) linha férrea de Passa Quatro/MG a Cruzeiro/SP

Depois de ter feito a trilha do Rio Branquinho em Maio/2011, descendo a Serra do Mar de Sampa até Itanhaém (relato aqui), onde alguns trechos seguem por linha férrea, me deu vontade de fazer alguma outra caminhada que também fosse por trilhos de trem.
Como o tempo estava colaborando e prometia ser de muito Sol no feriado de Corpus Christi, em Junho de 2011, escolhi a caminhada de Passa Quatro (MG) a Cruzeiro (SP) pela antiga linha do trem. 
Essa caminhada até dá para se fazer em apenas 1 dia, mas acho muito puxado, por isso resolvi fazê-la em 2 dias. 
Com apenas 1 pernoite e a fartura de água na trilha, a mochila foi com o mínimo de peso, colocando só o básico.
Nem chamei outras pessoas porque organizei a caminhada quase em cima da hora e resolvi ir sozinho.



Foto ao lado, na entrada do Túnel da Mantiqueira, na divisa MG/SP







Fotos dessa caminhada + imagens do Google Earth com trilha plotada: clique aqui


Tracklog para GPS dessa caminhada: clique aqui



Estação de Passa Quatro
Do trecho entre P4 até quase a divisa MG/SP, junto ao túnel da Mantiqueira, uma empresa (ABPF - Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) opera trens turísticos só nos fds com 2 vagões para cerca de 150 pessoas com uma Maria Fumaça puxando, já a partir da divisa até Cruzeiro seria de muito vara-capim e alguns vara-mato, mas sem problemas de navegação já que eu seguiria pelos antigos trilhos que ainda estavam lá.
Comprei a passagem para o horário das 07:00 hrs pela Viação Cometa no dia 24 de Junho (Sexta-feira) saindo do Terminal Tietê em SP e pouco antes do meio dia já desembarcava em Passa Quatro. Fui ainda conhecer a estação ferroviária de onde sai o trem turístico até o túnel da Mantiqueira e como era um feriado prolongado, iria sair um as 14h30min, mas já estava lotado.
Depois de comprar água e alguns clics, inicio a caminhada pelos trilhos às 12h10min, saindo da altitude de 915 metros. 

31 de maio de 2011

Relato: Travessia do Rio Branquinho - Do bairro de Parelheiros até Itanhaém pela Serra do Mar

Trocando uns e-mails com o Gibson, ele disse que estava retornando para Trilha do Rio Branquinho na Serra do Mar, juntamente com o Raffa e o Sandro, do Fórum Mochileiros, para refazer a trilha.
A 1ª vez que tinham ido, eles saíram da linha férrea antes de chegar no túnel 24 e com isso pegaram o trecho errado da trilha e tiveram que voltar. 
Como eu já tinha lido relatos dessa travessia, sendo um deles do Sérgio Beck, apesar de estar com os nomes dos rios errados de acordo com a carta topográfica, sabia o lugar exato do início da trilha, que era logo após o túnel 24 e depois do convite do Gibson, resolvi me juntar.



Foto acima tirada na linha férrea pouco antes de chegar no início da trilha. Da esquerda para direita: Paulo, Marcelo Gibson, Raffa, Sandro e eu.


Fotos, carta topográfica e imagens do Google Earth com trilha plotada: clique aqui

Tracklog para GPS de toda essa caminhada: clique aqui 



Quem também se uniu ao grupo foram o Paulo Piacitelli (Fórum Mochileiros), o Minduim e o Clayton e agendamos essa trilha para o 27 de Maio de 2011 - uma Sexta-feira.
O tempo estava meio instável e diversos sites de meteorologia previam garoa na noite de Sexta e no Sábado durante do dia. Só melhoraria no Domingo com previsão de muito Sol e foi o que aconteceu.
Marcamos de todos se encontrar na saída do Metrô Vila Mariana por volta das 20:00 hrs onde pegaríamos o ônibus em direção ao Terminal Parelheiros, já com o Sandro nos aguardando lá. 
No dia e horário combinado, fui encontrar o Gibson, o Raffa e o Paulo em um barzinho ao lado da estação do Metrô já me esperando e com 2 baixas: o Minduim e o Clayton desistiram.
Aqui pegamos o ônibus 695Y - Metro Vila Mariana-Term. Parelheiros onde chegamos por volta das 22h30min já com o Sandro nos aguardando.
O ônibus que segue em direção ao Bairro da Barragem saiu logo em seguida e pouco depois das 23:00 hrs já descíamos do ônibus no ponto final com uma fina garoa.
Sandro, Raffa, Marcelo, Paulo e eu
Embaixo de um ponto de ônibus improvisado arrumamos nossas mochilas e iniciamos a longa pernada até a próximo ao túnel 25 da linha férrea, onde montaríamos nossas barracas e um dos passageiros que desceu com a gente só fez um alerta: “cuidado com as onças na serra hein” e talvez ela tenha aparecido, mas só à noite.
Seguíamos em direção à linha férrea e poucos minutos de caminhada paramos em um barzinho para comprar água, mas só tinha torneiral. Paciência.......
De volta à pernada, seguimos pela Estrada Evangelista de Souza por uns 300 metros até sair dela à direita e continuar a caminhada por uma estrada que antigamente era uma linha férrea que vem de Jurubatuba e que hoje está destruída pelo tempo e coberta pela estrada.
Caminhada no meio da noite

Na total escuridão e sob uma leve garoa, caminhávamos em um ritmo forte, desviando de poças de água e do barro até chegar nos trilhos da linha férrea administrada pela ALL (América Latina Logística) e usada para transporte de grãos em direção ao Porto de Santos. 
Mais alguns minutos e chegamos na antiga estação Evangelista de Souza à esquerda, pouco antes das 00h30min, abandonada e só encontramos algumas locomotivas esperando vagões, mas pelo menos a garoa tinha parado e depois de um breve descanso voltamos à caminhada agora pelos dormentes da linha férrea. 

24 de janeiro de 2011

Dicas: 1 semana entre Paraty e Ubatuba – Algumas informações e dicas úteis

Aqui vou relacionar algumas dicas e informações úteis para aproveitar bem essas 2 cidades com uma criança. 
Estávamos eu, a Márcia e a Sophia e ficamos por quase 1 semana entre Paraty e Ubatuba em Janeiro de 2011. 
Ficamos hospedados em pousadas e sempre depois do café da manhã a gente saia para aproveitar os passeios, só voltando no final da tarde.


Na foto ao lado, pelas ruas de Paraty.




Fotos de Paraty e Ubatuba: clique aqui





Desfile dos Bonecos
Paraty

Em Paraty existem passeios para 1 dia inteiro e podem ser divididos em cachoeiras e poções, praias, passeio de escuna, parte histórica (para quem gosta).

Hospedagem:
# As pousadas são relativamente baratas, mesmo na alta temporada.
Por ter uma oferta muita grande de hospedagem, têm pousadas para todos os bolsos e todas oferecem café da manhã.    
Por ficarem próximas ao centro histórico, as que recomendo são:
- Pousada Aroeira (onde ficamos): 
www.pousadaaroeiraparaty.com.br

- Pousada Marendaz (onde também já fiquei em outra oportunidade): 
www.pousadamarendaz.com.br

Mas existem opções mais baratas na Praia do Jabaquara e na entrada da cidade.




Piscina do Caxadaço

Alimentação

# Na Avenida Roberto Silveira (principal da cidade) antes de chegar no centro histórico é possível encontrar restaurantes por quilo (self-service). 
Já na parte do centro histórico se localizam os restaurantes à la carte, que oferecem pratos mais sofisticados, porém com valores maiores. 
A desvantagem é que em alguns existe até fila de espera.

# Nas praias da Vila de Trindade, todos os bares oferecem porções.

# Na avenida principal da Vila de Trindade, os restaurantes oferecem PF.



Passeios
Cachoeira da Penha